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Livro do Conhecimento Judaico – O Ano Hebreu e Seus Dias Significativos [Sêfer Hatodaá]

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Descrição do produto

Ilumina as variadas fases do calendário judaico: os seus dias de festa e os de jejum, os de alegria e os de tristeza; os significados de suas leis de observância, além de um manancial de comentários do Midrash e de ideias inspiradoras de sábios antigos e contemporâneos. Uma verdadeira enciclopédia de conhecimento judaico!

O Livro do Conhecimento Judaico (versão em língua portuguesa do Sefer Hatodaá) ilumina as variadas fases do calendário judaico: os seus dias de festa e os de jejum, os de alegria e os de tristeza; os significados de suas leis de observância, além de um manancial de comentários do Midrash e de ideias inspiradoras de sábios antigos e contemporâneos.

Escrito há mais de 50 anos e publicado em inglês vários anos depois, o Sefer Hatodaá transformou-se rapidamente numa obra extremamente popular e essencial para todos os lares judaicos, explorando a amplitude e profundeza de nossa gloriosa tradição e herança. Ele capturou os corações dos ortodoxos e dos recém-chegados à ortodoxia por igual, como um livro de ensino e de aprendizado, um livro para ser lido em voz alta na mesa do Shabat ao longo do ano todo, um livro para servir de inspiração às famílias judaicas em todos os lugares e em todas as ocasiões.

O autor, Rabino Eliyahu Kitov zt”l, foi um dos escritores religiosos israelenses mais aclamados da história. Os seus livros a respeito do modo de vida judaico e do movimento chassídico tiveram imenso sucesso no mercado editorial. A publicação desta inédita versão em português comemora o seu 40º iortsait (aniversário de falecimento).

O formato do livro é 21×28 cm, tem capa dura e foi impresso em papel Avena 70gr.

TISHREI

1. Rosh Hashaná

21 O mês de Tishrei
22 O 1º de Tishrei
22 Dia de ocultação
23 Dia de começos
23 Os dois dias de Rosh Hashaná
25 O Dia do Julgamento
25 Pesando os pecados e os méritos
26 O que significa “Dia do Julgamento”?
27 Um dia festivo – sem recitação da prece de Halêl
28 A primeira noite de Rosh Hashaná
29 A leitura da Torá no Rosh Hashaná
30 O toque do shofar
31 Escutando o toque do shofar
32 100 toques
32 Como certa vez o Satã foi confundido
33 Shofar – a última linha de defesa
33 As bênçãos sobre os toques do shofar
35 Versículos que evocam compaixão
35 Shofar – um meio para refinar as nossas ações
36 A proibição de tocar o shofar no Shabat
36 Quando se deve tocar o shofar
37 Inscreva-nos para a vida
37 A prece de amidá dos Dias de Reverência
39 Malchuiót, Zichronót e Shofarót
39 Dez afirmações, dez mandamentos e dez louvores
40 Ele se lembra de tudo o que foi esquecido
40 Rosh Chódesh não é mencionado
41 A recitação de Mussáf em um momento de compaixão Divina
41 O poema litúrgico de Unetanê tokef
42 Haiom harát olám
44 Dormir no dia de Rosh Hashaná
44 Minchá e tashlích
45 O segundo dia de Rosh Hashaná
45 Eruv tavshilín

2. Os Dez Dias de Arrependimento

47 Tsom Guedaliá: O Jejum de Gedalias
48 Entre Rosh Hashaná e Iom Kipúr
48 Os Dez Dias de Arrependimento
49 Orações dos Dez Dias de Arrependimento
50 Teshuvá: arrependimento
51 Verdade e paz
51 As bases do arrependimento
52 Abandonando o pecado
52 O poder do arrependimento
54 Entre o homem e seu semelhante
55 Os filhos proporcionam méritos aos pais
56 A prece das crianças
56 Shabat Shuvá
57 Retorna, ó Israel

3. Iom Kipúr

59 O costume de Caparót
60 As preces da véspera de Iom Kipúr
60 Caridade na véspera de Iom Kipúr
61 Comida na véspera de Iom Kipúr
62 Imersão em um Micvê
62 A refeição que antecede o jejum
63 Cinco aflições no Iom Kipúr
63 Reflexões sobre o arrependimento
68 Vestir roupas brancas
68 A Tefilá Zacá
69 Col Nidrê
72 A canção dos anjos – em voz alta
72 A confissão no Iom Kipúr
74 Como as cortinas de Salomão
74 A leitura da Torá no Iom Kipúr
75 Yizcor – o serviço de recordação
76 Quem não precisa jejuar
77 O serviço no Templo de Jerusalém
77 Assistindo ao serviço do sumo sacerdote
80 Embora amontoados, eles se prostravam comodamente
81 Um relato contemporâneo
82 E agora que o Templo de Jerusalém não está mais em pé…
83 O nome Divino surge da boca do sumo sacerdote
83 Prostrar-se na prece de alênu e na confissão
84 Neilá – o fechamento dos portões

4. Sucót

87 Entre Iom Kipúr e Sucót
87 A festa de Sucót
88 O segundo dia de Iom Tov celebrado fora da Terra de Israel
88 As mitsvót da festa
90 A mitsvá da sucá
91 Sucót e não casas
93 Sucót em Tishrei e não em Nissán
94 Como nos dias do Êxodo do Egito
95 Construindo a sucá
96 As medidas da sucá
97 Embelezando a sucá
98 Estabelecendo a sucá como moradia

5. O Primeiro Dia de Sucót

101 Acendendo as velas da festa
101 As bênçãos da festa
102 Ao amparo da fé
103 Convidados ilustres
104 Ushpizín – Os pastores do povo de Israel
105 Ushpizín – Os pastores do mundo inteiro
106 Convidados corpóreos
107 Dar aos pobres é dar aos ushpizín
107 Quatro e quatro
107 A fé do rico e e a fé do pobre

6. As Quatro Espécies

109 As Quatro Espécies
110 Como cumprir a mitsvá das Quatro Espécies e que bênçãos recitar
111 Embelezando a mitsvá das Quatro Espécies
114 Quando as Quatro Espécies não devem ser usadas
115 Naanuím: a movimentação das Quatro Espécies
115 Tornando a mitsvá preciosa
117 Embelezando a mitsvá e não a si mesmo
118 A maneira adequada de cumprir uma mitsvá
118 As Quatro Espécies e os quatro tipos de judeus
118 “Todos os meus ossos proclamarão”

7. Chol Hamoêd

121 Nissuch hamáim – a libação da água
121 Simchát Bet Hashoevá
123 Alegria e honra
123 A alegria de aderir a Deus
125 Os 70 novilhos oferecidos como sacrifícios
126 Ismael e Esaú
127 “E tu te alegrarás na tua festa?”
127 A observância de Iom Tov
129 Alegria espiritual no lugar de alegria física
129 Diferenças entre Shabat e Iom Tov
130 Chol hamoêd
132 O Shabat de chol hamoêd

8. Hoshaná Rabá e Sheminí Atséret

133 Hoshaná Rabá
134 A essência do dia
136 Só preces
136 A Aravá
137 Antes de escurecer
137 Sheminí Atséret
138 Única em seu sacrifício
138 A prece pela chuva
139 Guevurót gueshamím
140 Mashív haruach umoríd haguéshem
140 Simchat Torá
141 Conclusão da Torá
142 Acima do tempo
143 Entre Deus e homem
143 Costumes
144 A Torá sempre nova
144 Isru chag
145 Bircát Hachódesh – a bênção do novo mês
146 Shabat Bereshít

ROSH CHÓDESH

9. Rosh Chódesh

149 Rosh Chódesh
150 Uma lei recebida por Moisés no Sinai
151 A primeira consagração
152 Este mês será para vós
152 Trabalhar no Rosh Chódesh
153 A observância de Rosh Chódesh
154 A leitura da Torá e a reza de Mussáf
154 O cálculo do novilúnio
156 O ciclo de 19 anos
156 Dois dias de Rosh Chódesh
157 Meses completos e meses incompletos
157 Rosh Chódesh e o povo de Israel
158 Iom Kipúr Catán

CHESHVÁN

10. O mês de Cheshván

161 O Rosh Chódesh do mês de Cheshván
161 Mar Cheshván
162 Kidush Levaná – a consagração da lua nova
163 Dando boas-vindas à Shechiná
164 Como é feita a consagração da lua nova
165 Os jejuns de Bahab
166 Pedindo chuvas
167 Chovendo na hora certa
167 Um tesouro aberto
169 A fé conduz à fé
170 A morte de nossa matriarca Rachel

KISLÊV

11. O mês de Kislêv
173 O mês de Kislêv
173 Chanucá
174 O que pode ser usado para o acendimento das chamas de Chanucá
174 Como acender as chamas de Chanucá
175 Onde devem ser acendidas
176 Quando devem ser aceacendidas
177 Quem deve acendê-las
177 Outras leis de Chanucá
178 Costumes de Chanucá
179 Um dia propício para inauguração e grandeza
180 Alusões da Torá à festa de Chanucá
180 Por que Chanucá dura oito dias?
182 Pureza em meio à profanação
182 Por que o Talmud só menciona o milagre do azeite
183 As chamas de Chanucá são queridas
185 O julgamento Divino não toma partido de ninguém
186 A batalha entre pureza e impureza
187 O domínio da Grécia
188 Quando a beleza se torna desagradável
189 O helenismo
190 O milagre da rebelião
190 Medida por medida
191 A diferença entre Chanucá e Purim
193 Reflexões sobre Chanucá
196 Zót Chanucá
196 Chanucá e Purim
197 Somos todos iguais em Chanucá e Purim

TEVÊT

12. O mês de Tevêt

201 O mês de Tevêt
202 Mês de amargura
202 A tradução dos setenta
202 Um ato de Deus
203 Alterações na tradução
204 Os seis dias de jejum
205 Assará Betevét – O dia 10 de Tevêt
207 Sitiados e correndo perigo
207 Jejuar para corrigir os pecados
208 Exílio temporário
209 Leis do jejum
210 Jejuns públicos e jejuns individuais
212 Dias em que muitos jejuam
213 Shovavím Tat

SHEVÁT

13. O mês de Shevát

217 O mês de Shevát
217 Shabat Shirá
219 O cântico de toda a criação, da boca do povo de Israel
219 Gratidão
220 Tu Bishvát
221 Um Rosh Hashaná em dia comum
222 Orando por um belo etróg
222 Leis das bênçãos sobre frutas
224 As qualidades da Terra de Israel
227 Uma terra que emana leite e mel
228 Na época da redenção final
228 A leitura da Torá
229 As “Quatro Porções”
229 Intervalos entre as “Quatro Porções”
230 Parashat Shecalím
231 Shabat Shecalím na sinagoga
231 Antecipando o remédio à doença
232 Exatamente meio shékel
233 Um pequeno resgate por uma enorme expiação
234 Uma moeda de fogo
235 A unidade de Israel
235 O grande desejo de cumprir uma mitsvá

ADAR

14. O mês de Adar

239 O mês de Adar
239 Quando o mês de Adar começa a alegria se intensifica
239 7 de Adar
240 Esperar pela salvação
241 Temer o julgamento Divino
241 Seleções do Midrash acerca do nascimento de Moisés
242 Seleções do Midrash acerca da morte de Moisés
249 Costumes de 7 de Adar
249 O alcance do julgamento Divino

15. Amalêc

251 Parashat Zachór
252 Amalêc
253 O ódio permanente de Amalêc
254 A primeira das nações
255 Os primeiros
255 “E Amalêc veio”
256 A fonte do poder de Amalêc: Refidím
259 Idolatria no acampamento de Israel
260 “Recorda-te do que te fez Amalêc”
261 “Quando o Eterno te der descanso de todos os teus inimigos”
261 O ódio como mitsvá
262 Amalêc nos ensinamentos dos nossos sábios
263 O Dia de Trajano

16. Purim

265 Dia de mobilização – dia de jejum
265 O Jejum de Ester
266 O meio shékel
266 O Dia de Nicanor
267 Os dias de Purim
268 Os preceitos do dia
268 O Purim de três dias
269 A leitura da Meguilá
270 As bênçãos recitadas sobre a Meguilá
272 Seleção de comentários dos sábios sobre a Meguilát Ester
275 A carta de Haman aos povos
277 Haman e os estudantes
277 Três versículos – três guerras
277 A prece de Mordechai
278 Os choros dos cordeiros
278 A prece de Ester
279 Ester entra no pátio interno
279 O conselho de Zéresh
280 A forca de Haman
280 O rei não conseguiu adormecer
281 O sonho de Achashverosh e sua interpretação
285 Banquete e regozijo
286 O significado do banquete de Purim
287 Até não conseguir diferenciar
289 Por que nos fantasiamos em Purim
290 Al Hanissím
290 Dar presentes aos pobres – Matanót Laevioním
291 Enviar porções de alimentos – Mishloach Manót
292 Amor e unidade, um escudo contra Amalêc
292 Humildade e gratidão
292 Alusões da Torá à festa de Purim
293 Iom Kipúr – Um dia como Purim
293 Purim e a Meguilá jamais serão abolidos

17. O Fim do Mês

295 A necessidade pública
296 20 de Adar
298 Parashat Pará
298 A pará adumá (vaca vermelha)
301 Dias de consagração
301 O segundo Adar

NISSÁN

18. O mês de Nissán

305 Parashat Hachódesh
305 Estima pública
306 Alguns ditos dos nossos sábios sobre a Parashat Hachódesh
307 Um mês que é todo redenção
308 O começo e o primeiro
309 Interpretações dos comentaristas sobre Parashat Hachódesh
310 A suspensão da ordem natural
310 O mês de Nissán
311 Contando Nissán como o primeiro mês
312 Dias de celebração
312 Bircát Hailanót – A bênção das árvores frutíferas
313 Bircát Hachamá – A bênção do Sol
314 O ciclo solar
315 1º de Nissán
316 Um Ano-Novo em cinco aspectos
316 Um jejum para os justos
317 Uma parábola
318 Nos dias de Ezrá e Neemias
319 Alguns costumes praticados nos primeiros dias de Nissán
320 Maót Chitím (Kimcha Depischa)
321 Um costume e sua origem

19. O Grande Shabat

323 Shabat Hagadól
324 Comemorando no Shabat e não no dia 10 de Nissán
325 Outras razões para o nome de Shabat Hagadól
326 A haftará do Shabat Hagadól
327 Outros costumes do Shabat Hagadól
328 10 de Nissán
328 Acontecimentos lembrados para sempre
329 Seleções do Midrash acerca de Miriam
330 A fonte de Miriam

20. Chamêts e Matsá

331 Biur chamêts – A eliminação do chamêts
332 A busca e a anulação do chamêts
333 Quando fazer Bedicát chamêts – a busca do chamêts
334 A vela para a busca
334 Recitação de uma bênção antes da busca
335 Como a busca deve ser feita
337 Depois da busca
338 A venda do chamêts
339 O chamêts e suas proibições
340 Cuidados e rigorosidades da proibição de chamêts
341 Preparando os utensílios para Pêssach
341 Matsá shemurá e matsá comum
342 Água que tenha pernoitado
343 Matsót fabricadas manualmente ou maquinalmente
343 Kitniót
344 Matsá molhada
344 Chamêts e matsá – significados ocultos
347 Preparação para a leitura da Hagadá

21. Véspera de Pêssach

349 14 de Nissán, véspera de Pêssach
349 A reza de Shacharit na véspera de Pêssach
349 O jejum do primogênito
351 O jejum dos piedosos
351 Trabalho na véspera de Pêssach
352 A eliminação e anulação do chamêts
352 Biur maasserót – A eliminação dos dízimos
353 Um dia destinado para bênçãos
354 Bênção e não maldição
354 Comidas permitidas e proibidas na véspera de Pêssach
355 As matsót mitsvá
356 Um costume baseado na lei
358 A recitação da sequência do sacrifício de Pêssach
359 O sacrifício de Pêssach no Templo de Jerusalém
360 O relato de uma testemunha ocular
361 A santidade de Pêssach nos tempos atuais
362 Eruv chatserót
363 Eruv tavshilín
363 Imersão no micve
364 Preparação para o Sêder

22. A Noite do Sêder

365 Costumes dos rabinos
365 A hora correta do Sêder
365 Aprontando o Sêder
367 Arvit
368 A noite da festa
369 Roupas brancas para o Sêder
370 O acendimento das velas
370 A ordem do Sêder
371 Mitsvót do sêder que vigoram atualmente
372 Regras para a condução do Sêder
373 Sinopse do Sêder
375 O Kidush
375 A obrigação de recostar-se à esquerda
376 Os quatro copos
379 Vinho tinto
379 A mitsvá dos quatro copos não requer bênção
380 O quinto copo
380 As três matsót
381 Com grande pressa
382 Marór e charósset
384 Carpás
384 Corêch
385 O osso e o ovo
386 Ovos na água salgada
387 O aficomán
388 Costumes relacionados ao aficomán
389 A ordem da hagadá
390 Começar com o depreciável e finalizar com o louvável
391 Visão geral da hagadá
396 A hagadá em qualquer idioma

23. Cântico e Acusação

397 Shir Hashirím – O Cântico dos Cânticos
397 A grandeza do Rei Salomão
399 A parábola dos amantes
400 A leitura do Cântico dos Cânticos na festa de Pêssach
400 Comentários do Zôhar sobre o Cântico dos Cânticos
401 Noite protegida
402 Quatro noites
402 Seleções do Midrash acerca dos milagres no Egito
411 Perseguições e libelos de sangue
413 A inveja dos escravizados
413 Os primeiros libelos

24. Pêssach e o Ômer

421 A festa de Pêssach
421 A sequência das preces
422 A leitura da Torá em Pêssach
423 Os trechos da Torá lidos em Pêssach
424 Pêssach: época de julgamento
424 Oração pelo orvalho
425 Havdalá
426 A contagem do ômer
428 A omissão da bênção de shehecheiánu
429 As razões das mitsvót
430 Os sete atributos
430 Os sete pastores
432 Outros significados ocultos
434 A mitsvá do ômer
436 Seleções do Midrash acerca do ômer
437 As leis de chadásh
437 16 de Nissán
438 Chol hamoêd
438 Tefilín no chol hamoêd
439 A santidade de chol hamoêd

25. O sétimo dia de Pêssach

441 O sétimo dia de Pêssach
441 Breve cronologia dos sete dias de Pêssach
443 O Ticun da sétima noite de Pêssach
443 A abertura do Mar Vermelho
444 Seleções do Midrash
449 O último dia de Pêssach

26. O Final de Nissán

451 Isrú Chag
451 Pirkê Avót
454 Tristeza e luto no período do ômer
455 Os discípulos do Rabi Akiva
456 Leis e costumes dos dias do ômer

IYAR

27. O mês de Iyar

461 O mês de Iyar
461 O Rosh Chódesh de Iyar
461 1º de Iyar
462 Uma geração ilustre
463 Naquele mesmo dia
463 Os jejuns de bahab
463 5 de Iyar
464 Anos de residência e expectativa
464 Este último exílio
465 O mundo se surpreende
465 Confusão entre os judeus
466 Pecados passados e presentes
466 Argumentos e contra-argumentos
468 Pesando pecados e méritos
469 Um governo de descrentes
470 Pêssach Shení
471 O diferencial do sacrifício de Pêssach
471 “Por que somos considerados deficientes?”
471 Resumo das leis de Pêssach Shení
472 O Pêssach Shení do Rei Ezequias
472 Lag Baômer
473 A celebração do Rabi Shimón bar Iochai
474 Costumes de Lag Baômer
474 20 de Iyar
475 A ordem da viagem
475 As bandeiras das tribos
476 28 de Iyar
476 E Deus atacou o acampamento do Egito
478 Em defesa do povo de Israel

SIVÁN

28. O mês de Siván

481 Os nomes do mês
481 Leis do mês de Siván
482 Dias de restrição e abstinência
483 A missão do povo de Israel
484 Um reino de sacerdotes
485 O sétimo dia que é o sexto
487 Os nomes da festa
487 Um dia de assembleia
488 Atséret – um único dia
488 Israel: o fruto de Deus
488 Leis e costumes de Shavuót
490 Acdamut
492 Azharót
492 A Ketubá
492 Leitura da Torá
493 Taam elión e taam tachtón: dois modos de entonação
493 As oferendas adicionais de Shavuót
494 Comer laticínios em Shavuót
494 Por que comemos alimentos lácteos
495 Razões do costume de decorar com folhas e ramos
495 Outros pratos especiais
495 Ensinando Torá às crianças
496 O Ticun da noite de Shavuót
496 Seleções do Midrash acerca da entrega da Torá
499 Nós faremos e ouviremos
499 Por que a Torá não foi logo entregue?
505 Seleções do Midrash acerca dos Dez Mandamentos
515 Leitura do Livro de Rute em Shavuót

29. Rute e David

517 Rute
517 Os amonitas e os moavitas não poderão entrar na congregação de Deus
519 A bondade de Abrahão
520 Nos campos de Moav
521 Mãe da realeza
522 O reino de Judá
522 A bondosa Rute
523 Sou toda sua
524 Por você também me cobrirei com realeza
525 David – descendente de Rute
526 A canção da Torá
527 Nasce Oved, avô de David
528 Pobreza e sofrimento
530 Um enigma atrás do outro
532 Tudo provém de Deus
533 Por um fio
534 Morar na escuridão por ordem de Deus
535 Sofrimento suportado com amor e alegria
537 Ele tinha olhos belos e era formoso
538 O oitavo filho de Ishái
539 A luta interna de Eliav
540 Servo de Deus
540 Assim como Ishái havia ordenado
541 Revelando pouco e ocultando muito
541 A voz do ungido de Deus é ouvida
542 Shavuot – o dia de David

30. Torá e Messorá

543 Torá e messorá
544 O primeiro rolo de Torá
544 Deus falava e Moisés escrevia
545 A parte oral da Torá Escrita
546 A massóret
547 Divisões e espaçamentos
547 Leis adicionais
548 Divisões posteriores
548 Os cinco Livros da Torá
549 As parshiót
549 As parshiót petuchót (abertas) e as setumót (fechadas)
550 Os versículos da Torá
550 Ordem cronológica na Torá
550 As letras da Torá
552 Os símbolos de entonação e as vogais
553 A divisão do Tanach em capítulos

31. Bicurím – O Fim do Mês

555 A época das primícias
556 Um testemunho importante
557 O dia das oferendas
557 Parashat Nassó
557 20 de Siván
558 O libelo de sangue de Blois
558 No ano de 5410

TAMUZ

32. O mês de Tamuz

563 O mês de Tamuz
563 O jejum de 17 de Tamuz
564 Cinco calamidades em um mesmo dia
564 O 17 de Tamuz no deserto
566 A restauração da ordem
566 A quebra das Tábuas
567 Uma oportunidade para quem busca o arrependimento
568 A interrupção do sacrifício diário
568 O arrombamento das muralhas
569 Apostomos queimou a Torá
570 Leis de jejum
571 As três semanas

AV

33. O mês de Av

575 O mês de Av
575 Quando o mês de Av começa
577 O Shabat Chazón
578 A véspera de Tishá Beav
579 Leis de Tishá Beav
580 Arvit
581 Shacharit
583 Minchá
583 A noite seguinte
584 Comemorando a destruição
584 Quem vê as cidades de Judá em ruínas

34. A Geração dos Espiões

587 Desgraça em um dia de culpa
587 Choro injustificado
589 A revelação Divina
590 Cara a cara
591 O começo do caminho e o fim do caminho
591 Enviemos homens antes de nós
592 Envie homens
592 Temor no coração
593 O palácio do Rei
594 Uma época de choro para todas as gerações
595 As repercussões do decreto
595 TIshá Beav no deserto

35. A Destruição

597 A destruição do primeiro Templo de Jerusalém
598 Seleções do Midrash acerca da destruição dos Templos
603 Deus descarregou a Sua ira
604 A segunda destruição e a queda de Betar
611 A destruição de Tur Malcá
612 A queda de Betar
616 A santidade duradoura do Monte do Templo
617 Por que os Templos foram destruídos?
617 A partir da destruição
618 A expulsão da Espanha
618 O começo da calamidade
619 O primeiro decreto de conversão forçada
620 A Idade de Ouro
620 A volta da escuridão
620 Conversão forçada e aniquilação
621 Os “marranos”
622 A Inquisição
622 O édito de expulsão
623 A piedade do cruel
624 Na sequência da proclamação do édito
625 Com cânticos e louvores
625 As tribulações dos exilados

36. A Consolação

627 O Shabat Nachamú
628 Sete consolos para Jerusalém
628 Um consolo duplo
629 Jerusalém no futuro
629 A Terra de Israel no futuro
630 As pegadas dos peregrinos
630 Os malvados não terão paz
631 A revelação da luz do Mashíach
632 Pelo mérito da Torá

37. O Fim do Mês

633 15 de Av
633 A geração do deserto parou de morrer
634 As proibições de matrimônios intertribais e de matrimônios com integrantes da tribo de Benjamim foram rescindidas
635 Como no Iom Kipúr
637 Oseias, filho de Elá, removeu os bloqueios
638 Quando o corte de lenha para o Altar era encerrado
638 Os ladrões de pilão e os ladrões de figos secos
639 Quem aumenta os seus estudos de Torá aumenta a sua vida
639 Os mártires de Betar foram sepultados
640 Fim do ano de plantio
640 Começo dos dias de julgamento
640 18 de Av

ELUL

38. O mês de Elul

643 O mês de Elul
643 Período de reconciliação
644 Alusões ao mês de Elul
644 O shofar
645 Costumes do mês de Elul
645 A morte dos espiões
646 25 de Elul
646 A construção da muralha
646 Selichót
648 Arrependimento – um ato de benevolência Divina
648 Os fundamentos do arrependimento
649 Na véspera de Rosh Hashaná
649 Ganhar o mundo em um único instante
650 O arrependimento dos justos
650 O fim do ano para o dízimo dos animais
651 O fim do ano para os dízimos dos vegetais e para a shemitá
651 Hatarat nedarím: anulação de promessas na véspera de Rosh Hashaná

Trechos

O cálculo do novilúnio

O Sol e a Lua, as duas grandes luminárias colocadas por Deus no céu no quarto dia da Criação, constituem a base para o cálculo de dias, meses e anos. O versículo (Gênesis 1:14) declara: “E sejam sinais para os prazos, os dias e os anos.”

O Sol é a base para o cálculo dos dias. O período compreendido entre um pôr do sol até o pôr do sol seguinte é o que se considera um dia; a quantidade de vezes em que o Sol se põe [ou que ele nasce] em um ano equivale ao número de dias de 24 horas. O Sol também é a base para o cálculo dos anos, pois o nosso planeta não só executa uma rotação em torno de si mesmo uma vez a cada 24 horas; ele se desloca ao redor do Sol numa translação completa a cada 365¼ dias aproximadamente.

A Lua é a base para o cálculo dos meses – o tempo transcorrido entre a aparição de uma lua nova e a sua posterior reaparição. Os meses não podem ser calculados com base no Sol, uma vez que ele não apresenta alterações nas suas aparições. Similarmente, a Lua não pode ser utilizada para computar os anos, pois a sua reaparição mensal é sempre a mesma e o intervalo compreendido entre a aparição de cada novilúnio não varia.

Os povos do mundo determinam os seus calendários segundo critérios de consenso geral.

O mundo cristão calcula o ano baseando-se no Sol e divide os 365 ¼ dias em 12 unidades arbitrárias denominadas meses. Esses meses não dependem da aparição da lua nova e consistem em 28, 29, 30 ou 31 dias. Assim, os meses do calendário cristão se baseiam em um consenso geral.

O calendário muçulmano é baseado exclusivamente na lua; cada período de 12 meses lunares forma um ano. O ano dos muçulmanos pode começar tanto na primavera quanto no verão, no outono ou no inverno, já que não são feitos ajustes para sincronizar os meses lunares com o ano solar.

Se o intervalo entre um novilúnio e o próximo fosse de exatos um 12 avos de um ano solar, os anos solar e lunar seriam exatamente iguais. Mas não é isso o que acontece. O ano solar é composto de 365 dias, 5 horas, 55 minutos e 25 segundos. O mês lunar [que é o intervalo entre um novilúnio e o próximo] é composto de 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 3? segundos; multiplicando por 12 resulta em 354 dias, 8 horas, 48 minutos e 40 segundos – uma discrepância anual de 10 dias, 21 horas, 6 minutos e 45 segundos entre os anos solar e lunar.

Se o ano solar for usado como base para um calendário, o cálculo dos meses não coincidirá com a aparição da lua nova. Mas se a aparição da lua nova for usada como base, os 12 novilúnios não coincidirão com as translações da terra ao redor do Sol. Se só for usado um calendário lunar, as quatro estações – primavera, verão, outono e inverno, às quais as Escrituras se referem como “épocas de plantio e colheita, de frio e calor” – não cairão todos os anos nas mesmas épocas e nos mesmos meses…

A Torá ordenou ao povo de Israel que consagrasse os meses e comemorasse “o mês da primavera [Nissán] e celebrasse o Pêssach ao Eterno, teu Deus” (Deuteronômio 16:1). Assim, temos o dever de assegurar que, ao estabelecer os meses do ano de acordo com o novilúnio, o mês de Nissán sempre caia na primavera. Como é possível conciliar esses dois requisitos, se o ano solar e os 12 meses lunares são inconciliáveis? Se o nosso calendário se baseasse apenas na passagem de 12 meses lunares, a cada ano solar estaríamos atrasados cerca de 11 dias. Se o nosso ano se baseasse em 13 meses, a cada ano solar estaríamos adiantados cerca de 22 dias. Em ambos os casos, no espaço de poucos anos, o mês de Nissán não cair ja mais na primavera.

Para corrigir essa discrepância foram instituídos os anos embolísmicos dentro do ciclo de nosso calendário, nos quais foi intercalado um mês. É uma halachá lemoshé missionai (“lei recebida por Moisés no Sinai” – uma lei que Moisés transmitiu mas que não está registrada na Torá).

Assim, há dois tipos de anos dentro do ciclo do calendário judaico: os regulares, de 12 meses, e os embolísmicos, de 13. Após a passagem de um determinado número de anos regulares, quando a diferença entre o ano solar e o lunar alcança aproximadamente um mês, intercalamos um mês [outro Adar] antes de Nissán, de modo que o mês de Nissán sempre coincida com a primavera e não se distancie mais de 20 dias do ano solar.

*****
O dia do julgamento

Rosh Hashaná é o Dia do Julgamento para toda a humanidade. Nesse dia, o homem é julgado por todas as suas ações, e o que virá a acontecer durante o ano vindouro é registrado. O Talmud (Rosh Hashaná 8a) depreende isso do versículo (Deuteronômio 11:12) que declara: ?Os olhos do Eterno, teu Deus, estão sempre sobre ela [sobre a Terra de Israel], do princípio do ano até o fim do ano? ? ou seja, no Rosh Hashaná o mundo é julgado quanto ao que virá a acontecer ao longo do ano.

Os nossos sábios disseram:

No Rosh Hashaná, toda a humanidade passa diante Dele como um rebanho de ovelhas. Passam por Ele um por vez, um atrás do outro, mas Ele esquadrinha a todos com uma única olhada. Assim, o versículo (Salmos 33:15) declara: ?Ele analisa os corações de todos e perscruta todas as suas obras?; Deus, que é o Criador, [com uma única olhada] vê todos os corações da humanidade juntos e comprende todos os seus atos.

O Rabi Cruspedai disse em nome do Rabi Iochanán que, no Rosh Hashaná, são abertos três livros contábeis: um para as pessoas completamente malvadas, um para as pessoas completamente justas e um para as pessoas medianas. As completamente justas são inscritas e seladas imediatamente para a vida. As completamente malvadas são inscritas e seladas imediatamente para a morte. O destino das medianas permanece pendente até o Iom Kipúr. Se elas merecerem [ou seja, se ficarem arrependendidas], serão inscritas para a vida; caso contrário [ou seja, se não se arrependerem], serão inscritas para a morte (ibid. 16a-b).

O Rosh Hashaná foi decretado como dia do julgamento por dois motivos: Primeiro porque, nesse dia, a Criação do mundo foi completada ? e como a intenção Divina foi de que o mundo fosse governado pela característica de justiça rigorosa, o início do ano foi instituído como dia do julgamento.

O segundo motivo é que, como vimos anteriormente, nesse dia Adão foi julgado, se arrependeu e foi perdoado.

Esses dois motivos encontram-se insinuados na reza de Mussáf de Rosh Hashaná, onde recitamos: ?Pois fixaste tempo de lembrar e recordar todo espírito e toda alma, e serão recordadas as numerosas ações e infinitas multidões de criaturas. Desde o princípio assim estabeleceste e de outrora o revelaste; o dia de hoje é o dia do começo da Tua Criação, é uma lembrança do primeiro dia? ? uma lembrança do primeiro dia do mundo completamente criado e do primeiro dia do julgamento.

Os nossos sábios disseram: ?Veja só como os caminhos de Deus diferem dos caminhos do homem. Quando o homem julga um amigo querido, ele age com leveza, com o intuito de tratá-lo com misericórdia; e quando julga um inimigo, ele age com dureza, a fim de cobrar justiça rigorosa. Mas Deus não age dessa maneira. No mês de Tishrei, Ele julga a todos ? inclusive aqueles que violam os Seus preceitos ? apenas com boa vontade. E as numerosas festas e mitsvót do mês de Tishrei renovam a afinidade existente entre Ele e Suas criaturas. Durante esse mês de conciliação, Deus recebe as rezas e o arrependimento do homem e o julga com piedade.?

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15 de Av
O dia 15 de Av – conhecido como Tu Beav – possui um caráter festivo.

Nas preces desse dia não se recita tachanun (súplicas de perdão pelos pecados), nem na de Minchá da tarde anterior [conforme o costume praticado nas vésperas de todos os dias festivos]. Os noivos que casam nesse dia não precisam jejuar.
Nessa data ocorreram vários eventos felizes para o povo judeu, ao longo dos séculos:
– A geração do deserto parou de morrer.
– O matrimônio entre integrantes de diferentes tribos passou a ser permitido [depois da divisão da Terra de Israel].
– A proibição de casar com qualquer pessoa da tribo de Benjamim foi rescindida, após o episódio da concubina de Guivá [vide Juízes 20-21].
– Foram removidos por Oseias, filho de Elá, os bloqueios que Jeroboão colocara para impedir que as pessoas subissem a Jerusalém nas festas de peregrinação.
– Encerrava-se o corte anual de madeira para o Altar do Templo.
– Os mártires massacrados em Betar foram finalmente sepultados.
Nas gerações anteriores, essa data era considerada uma festa completa, conforme será explicado adiante. Atualmente, como o Templo está destruído e muitos dos dias festivos registrados na Meguilá de Taanit não são mais observados, a nossa alegria nesse dia encontra sua principal expressão no estudo da Torá. Conforme os nossos sábios (Talmud, Berachót 8a) ensinaram, desde que o Templo foi destruído, Deus tem apenas as “quatro amót da Lei da Halacha” [como morada], pois a destruição não afetou a Torá, que permanece em vigor assim como na época anterior à destruição. Portanto, também depois da destruição “os preceitos do Eterno têm absoluta retidão e trazem alegria ao coração” (Salmo 19: 9), assim como antes. Por isso, a partir dessa data costuma-se aumentar o tempo dedicado ao estudo de Torá à noite, até o fim do inverno.

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Prefácio

Introdução do autor à primeira edição em inglês

Ao escrever em hebraico o Sefer Hatodaá tive como objetivo auxiliar os professores de estudos judaicos nas escolas israelenses. Eu procurei transmitir conceitos gerais a respeito dos vastos tesouros espirituais inerentes às festas e datas significativas judaicas, bem como mostrar detalhes de leis e saberes, de usos e costumes e de ideias ? com base em fontes autênticas e apresentado em um estilo moderno e fácil. A minha intenção, portanto, foi de aliviar a carga dos professores na coleta de material e facilitar a compreensão dos alunos.

Quando o livro foi concluído, há cerca de oito anos [em 1960], eu não podia antecipar o grande interesse que viria a despertar no mais diversificado público judaico. No entanto, logo percebi, para minha surpresa, que muitos grupos e indivíduos em Israel e na maioria dos países da diáspora consideraram o livro esclarecedor e profícuo. O Sefer Hatodaá, que surgiu em silêncio, sem nenhuma publicidade, logo passou a fazer parte de muitos milhares de lares judaicos e tornou-se um guia e livro de referência para pais e filhos, professores e alunos, rabinos e membros das congregações.

Nos últimos tempos, muitas pessoas que vivem fora de Israel, especialmente nos Estados Unidos e em outros países de língua inglesa, pleitearam por uma versão dessa obra em inglês. Essa demanda resultou na edição em inglês que os editores agora apresentam ao público judeu do mundo inteiro.

Traduzir o Sefer Hatodaá foi uma tarefa muito complexa devido ao caráter especial do livro e ao seu estilo único. A intenção era criar uma obra judaica tradicional que fosse ao mesmo tempo uma publicação de leitura popular. Essa meta foi difícil de atingir até mesmo no original em hebraico, mais ainda quando procuramos converter todo esse material judaico específico para um idioma muito novo e estranho à sua cultura, psicologia e valores.

A variedade de títulos de temática judaica em inglês tem crescido muito, tanto traduções de fontes hebraicas clássicas quanto escritos originais. No entanto, ainda é muito difícil mesclar o sabor novo com o gosto antigo.

O Rabino Nachman Bulman, que tomou sobre si a realização dessa tarefa quase impossível, demonstrou uma grande dose de engenhosidade e sagacidade ao harmonizar o antigo com o novo. O seu objetivo principal foi manter o caráter tradicional do livro e, ao mesmo tempo, torná-lo um texto agradável de ser lido, fazendo com que cada ponto abstrato ou técnico pudesse ser compreendido facilmente por todos. Deixo aqui os meus cumprimentos e o meu profundo reconhecimento.

O Rabino Bulman já foi muito elogiado pela sua tradução para o inglês do meu livro anterior, Ish Ubeitó sob o título The Jew and His Home. No presente trabalho, ele certamente superou a si mesmo. Estou certo de que o leitor compartilhará do meu sentimento de gratidão pelos seus esforços.

Devo também mencionar os meus agradecimentos ao Sr. Tzvi Kitov e à Sra. Ester Karno por ajudarem a editar e preparar o texto para ser publicado.

É preciso salientar que, apesar de todos os esforços envolvidos, o trabalho não ficou perfeito. Um leitor que não estiver familiarizado com os clássicos judaicos poderá encontrar dificuldades na compreensão dos conceitos hebraicos abundantemente citados. Para facilitar o entendimento, acrescentamos um glossário no final [da edição em inglês].

Tenho também a obrigação de pedir aos leitores que não considerem esta como uma obra definitiva de lei religiosa. A intenção deste livro é apenas oferecer uma noção geral da halachá. Questões práticas específicas devem ser formuladas a um rabino.

Já que o meu principal objetivo ao escrever este Sefer Hatodaá foi lezacót et harabím (causar mérito ao público), considero uma obrigação agradável compartilhar desse mérito com o Sr. Abraham Parshan, de Toronto, Canadá, que me concedeu uma contribuição inestimável e vital para a materialização dessa ideia. ?Abençoa, ó Eterno, seus bens, e o sacrifício de suas mãos recebe com agrado? (Deuteronômio 33:11).

Um profundo agradecimento é devido também ao Sr. Charles Batt, de Hartford, Connecticut, cuja orientação e assessoramento foram encorajadores e úteis.

Eliyahu Kitov
Jerusalém, Siván de 5728 (Junho de 1968)

Informação adicional

Peso 2 kg
Dimensões 28.5 x 22 x 3.5 cm
Capa

Dura

ISBN

9788579310638

Páginas

656

País de Origem

Brasil

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